quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Doenças em Moluscos

Saiba mais  em : http://dl.dropbox.com/u/10386986/enfermidades%20em%20mitilicultura%20e%20ostre%C3%ADcultura.pdf



Por que estudar as doenças em Ostras e Mexilhões ?
 O O consumo de mexilhões e ostras vem crescendo cada vez mais no mundo, logo a presença de uma enfermidade que leva à queda de produção desses bivalves faz com que haja perdas econômicas grandes e, com isso, o produtor é bastante afetado.
Os sinais clínicos gerais são: interrupção do crescimento, aumento da taxa de mortalidade e enfraquecimento dos indivíduos. Visualmente temos necrose e descoloração da glândula digestiva.Os patógenos podem ser diversos: vírus, protozoários, fungos e outros.
Informações sobre patógenos e seus efeitos sobre ostras e mexilhões vêm sendo acumuladas nos últimos 30 anos (Pavanelli et al., 2000), assim a disponibilidade de dados ainda é restrita e a necessidade de incentivo à pesquisas faz-se presente.
                                                    Patologia causada por Anelídeos
A- tubos   B- furos   C- bolhas de iodo em C. rhizop




Doenças causadas por Vírus: Bucephalus sp.


A- tubos   B- furos   C- bolhas de iodo em C. rhizophorae D- bolhas de iodo em C. gigas

horae D- bolhas de iodo em C. gigas

Principais doenças em Peixes

Para saber mais baixe este arquivo com a temática na íntegra:
http://dl.dropbox.com/u/10386986/Enfermidades%20em%20piscicultura.doc



Doenças de Notificação Obrigatória:

§Necrose hematopoiética enzoótica;
§Necrose hematopoiética infecciosa;
§Doença viral do salmão masou;
§Viremia primaveril das carpas;
§Septicemia viral hemorrágica;
§Doença viral do bagre americano (CCVD Herpesvírus);
§Encefalopatia e retinopatia viral;
§Necrose pancreática infecciosa* (IPNV);
§Anemia Infecciosa do salmão;
§Síndrome ulcerante epizoótica;
§Doença renal bacteriana (Renibacterium salmoniarum);
§Septicemia entérica do catfish (E. ictaluri);
§Pisciriquetsiose (Piscirickettsia salmonis);
§Girodactilose (Gyrodactylus sallaris);
§Iridovirose do Sea bream vermelho (RSIV);
§Herpesvirose da carpa Koi;
§Doença iridoviral do esturjão branco.



zoonoses:
Perna humana infectada com Aeromonas hydrophila.
http://microbewiki.kenyon.edu/index.php/File:Ecthyma.jpg

  • Helmintos
(ex: difolobotríese)

  • Bactérias
(ex: Aeromonas sp.)





Doença causada por protozoários


Brooklynella sp

Oondiniun pilullaris


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Enfermidades Das Rãs

  COMO PREVENIR AS ENFERMIDADES DAS RÃS?

De maneira geral a prevenção se dá pela manutenção das águas dos tanques limpas e livres de poluição, sendo ideal manter água circulante. Controlar a contaminação da água por cloro, detritos humanos, hospitalares, industriais, inseticidas e depósitos de lixo. Dispor de boa alimentação para evitar queda da resistência física. Evitar aglomerações e superpovoamento dos tanques, pois isto aumenta o risco de ferimentos que podem infeccionar ou serem atacados por fungos. Mais especificamente na prevenção de fungos deve ser feita através de medidas como o descarte e/ou o isolamento de animais infectados.
Manutenção das boas condições higiênico-sanitárias das instalações e utensílios; Manutenção da boa qualidade da água e boas práticas de criação animal;
Limpeza e proteção das fontes e reservatórios de água.
Condições adequadas de manuseio e transporte dos animais
Eliminação ou minimização de fatores estressantes
Quando da aquisição de novos exemplares que serão colocados nos tanques ou como reposição na criação, aplicar a prática da quarentena
Uso de um período como vazio sanitário também deve ser aplicado quando da despesca e retirada de lotes, com seu consequente procedimento de limpeza e, obrigatoriamente, quando da ocorrência de uma doença causada por fungos.


Doença da perna vermelha

Ranicultura

Baixe este material na íntegra em: http://dl.dropbox.com/u/10386986/Ranicultura.pdf

Dimorfismo Sexual 

Machos
Fêmeas
*      Papo (região gular) amarelado;
*      Membrana timpânica desenvolvida (diâmetro 2-3 vezes maior do que o globo ocular);
*      Calos nos polegares (mais acentuados na época do acasalamento);
*      Coloração mais vistosa e acentuada na época do acasalamento e reprodução;
*      Coaxados fortes para atrair as fêmeas (semelhantes a mugidos de bovinos).

*      Papo creme-esbranquiçado;
*      Região timpânica com diâmetro semelhante ao do globo ocular;
*      Polegares com espessura normal;
*      Não emitem sons a não ser em caso de serem predadas e apresentarem maior tamanho que os predadores.