terça-feira, 18 de dezembro de 2012

CALENDÁRIO 2012/02 ( 2013) SUJEITO A ALTERAÇÕES

CALENDÁRIO DO SEGUNDO SEMESTRE (ATENÇÃO PROVA FOI ADIADA PARA O DIA 28/01/2013, E A SEGUNDA PROVA 04/02 ESTÁ SUJEITA A ALTERAÇÕES).


Data  Assunto

19/11/2012 Panorama geral da aquicultura

26/11/2012 Sistema de cultivo de peixes

03/12/2012 Cultivo de peixes nativos

10/12/2012 Cultivo de peixes exóticos

17/12/2012 Aula prática de peixes (T2) e 
Criação de peixes 
marinhos e 
Criação de peixes ornamentais (T1) 


Recesso (Final de ano)


07/01/2013 1° Viagem (T1) e 
Criação de peixes marinhos e 
Criação de peixes ornamentais (T2)


14/01/2013 Aula prática (T1) e 
Cultivo de camarão marinho e 
água doce (T2)


21/01/2103 1° Viagem (T2) e 
Cultivo de camarão marinho e 
água doce (T1)


28/01/2013 1° Prova

04/02/2013 Criação de rãs (T1) e 
Aula prática de camarão (T2)


Recesso (Carnaval) ###

18/02/2013 Criação de rãs (T2) e 
Aula prática de camarão (T1)


25/02/2013 Limnologia aplicada a aquicultura

04/03/2013 2° Prova

11/03/2013 Criação de moluscos (T1) e 
Aula prática de moluscos (T2)


18/03/2013 Criação de moluscos (T2) e 
Aula prática de moluscos (T1)


25/03/2013 VS

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Concurso Para FIPERJ!

Atenção Veterinários, Zootecnistas e Agrônomos!! Inscrições para a Fiperj até o dia 12/02/12 ! Provas dia 18/03/12 .
Acesse ao site : http://www.ceperj.rj.gov.br/ para mais Informações!
Edital :
http://dl.dropbox.com/u/10386986/edital%20fiperj.doc
Conteúdo Programático: Relacionado à aquicultura !
http://dl.dropbox.com/u/10386986/conteudo%20programatico%20fiperj.doc

CARGO: EXTENSIONISTA – CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
01. Panorama mundial e nacional da pesca e aqüicultura, estatística de produção, principais espécies produzidas.
02. Fundamentos em Oceanografia.
03. Fundamentos em Limnologia.
04. Noção de ecossistemas aquáticos: ecossistemas marinhos e costeiros, dulcícolas, fluxo de energia, cadeia trófica, tipos de poluição.
05. Fundamentos de aqüicultura: seleção de área, tecnologia de cultivo, qualidade de água, espécies cultivadas no Brasil, com enfoque para a região sudeste.
06. Fundamentos de Pesca: principais espécies capturadas, tecnologia de captura, frota pesqueira, áreas de captura com enfoque para a região sudeste. 
07. Legislação aplicada à aqüicultura e pesca com ênfase para a região sudeste.
08. Tecnologia de pescado: processamento e métodos de conservação; higiene e qualidade.
09. Noções em Bioestatística. Desenho amostral e experimental, medidas de tendência central e de dispersão, interpretação de gráficos, testes para comparação de médias. Correlação e regressão.
10. Extensão Pesqueira e Aquícola: Fundamentos de Extensão Pesqueira e Aquícola. Organização e Metodologias Participativas: Diagnóstico rural participativo. Associativismo e cooperativismo.
11. Política de fomento à pesca e à aquicultura. Crédito aquícola e pesqueiro. Defeso e seguro desemprego. Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar – PRONAF; Programa de Aquisição de Alimentos do Governo Federal – PAA; Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE.
12.  Aquicultura: seleção da área, construção de viveiros, qualidade de água, transferência de tecnologia de cultivo de espécies de água doce e marinha.
13. Pesca: artesanal, pequena escala e industrial: produção pesqueira do Estado do Rio de Janeiro: mercado e cadeia produtiva do pescado; principais espécies capturadas; transferência de tecnologia de captura.
14. Sanidade de organismos aquáticos: principais enfermidades dos organismos aquáticos, prevenção e controle.
15.Tecnologia de pescado: processamento e métodos de conservação de pescado; higiene e qualidade de pescado.

Sugestões Bibliográficas:
PRONAF. Programa Nacional de Agricultura Familiar. Disponível em www.mda.gov.br/saf
 BICCA, E.F. Extensão Rural: da pesquisa ao campo. Editora Agropecuária.
GARRINSON, T. Fundamentos em Oceanografia. 4ed. Cengage Learning. 2010. 426 p.
 VIANA, M.. Diagnóstico da cadeia produtiva da pesca marítima no Estado do Rio de Janeiro: relatório de pesquisa. Rio de Janeiro: FAERJ, SEBRAE/RJ, 2009. 200 p.
VIEIRA, S. Introdução a Bioestatística. Editora Campus. 2.ed. 360 p. 2008 

Vamos estudar? !

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Doenças em Moluscos

Saiba mais  em : http://dl.dropbox.com/u/10386986/enfermidades%20em%20mitilicultura%20e%20ostre%C3%ADcultura.pdf



Por que estudar as doenças em Ostras e Mexilhões ?
 O O consumo de mexilhões e ostras vem crescendo cada vez mais no mundo, logo a presença de uma enfermidade que leva à queda de produção desses bivalves faz com que haja perdas econômicas grandes e, com isso, o produtor é bastante afetado.
Os sinais clínicos gerais são: interrupção do crescimento, aumento da taxa de mortalidade e enfraquecimento dos indivíduos. Visualmente temos necrose e descoloração da glândula digestiva.Os patógenos podem ser diversos: vírus, protozoários, fungos e outros.
Informações sobre patógenos e seus efeitos sobre ostras e mexilhões vêm sendo acumuladas nos últimos 30 anos (Pavanelli et al., 2000), assim a disponibilidade de dados ainda é restrita e a necessidade de incentivo à pesquisas faz-se presente.
                                                    Patologia causada por Anelídeos
A- tubos   B- furos   C- bolhas de iodo em C. rhizop




Doenças causadas por Vírus: Bucephalus sp.


A- tubos   B- furos   C- bolhas de iodo em C. rhizophorae D- bolhas de iodo em C. gigas

horae D- bolhas de iodo em C. gigas

Principais doenças em Peixes

Para saber mais baixe este arquivo com a temática na íntegra:
http://dl.dropbox.com/u/10386986/Enfermidades%20em%20piscicultura.doc



Doenças de Notificação Obrigatória:

§Necrose hematopoiética enzoótica;
§Necrose hematopoiética infecciosa;
§Doença viral do salmão masou;
§Viremia primaveril das carpas;
§Septicemia viral hemorrágica;
§Doença viral do bagre americano (CCVD Herpesvírus);
§Encefalopatia e retinopatia viral;
§Necrose pancreática infecciosa* (IPNV);
§Anemia Infecciosa do salmão;
§Síndrome ulcerante epizoótica;
§Doença renal bacteriana (Renibacterium salmoniarum);
§Septicemia entérica do catfish (E. ictaluri);
§Pisciriquetsiose (Piscirickettsia salmonis);
§Girodactilose (Gyrodactylus sallaris);
§Iridovirose do Sea bream vermelho (RSIV);
§Herpesvirose da carpa Koi;
§Doença iridoviral do esturjão branco.



zoonoses:
Perna humana infectada com Aeromonas hydrophila.
http://microbewiki.kenyon.edu/index.php/File:Ecthyma.jpg

  • Helmintos
(ex: difolobotríese)

  • Bactérias
(ex: Aeromonas sp.)





Doença causada por protozoários


Brooklynella sp

Oondiniun pilullaris


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Enfermidades Das Rãs

  COMO PREVENIR AS ENFERMIDADES DAS RÃS?

De maneira geral a prevenção se dá pela manutenção das águas dos tanques limpas e livres de poluição, sendo ideal manter água circulante. Controlar a contaminação da água por cloro, detritos humanos, hospitalares, industriais, inseticidas e depósitos de lixo. Dispor de boa alimentação para evitar queda da resistência física. Evitar aglomerações e superpovoamento dos tanques, pois isto aumenta o risco de ferimentos que podem infeccionar ou serem atacados por fungos. Mais especificamente na prevenção de fungos deve ser feita através de medidas como o descarte e/ou o isolamento de animais infectados.
Manutenção das boas condições higiênico-sanitárias das instalações e utensílios; Manutenção da boa qualidade da água e boas práticas de criação animal;
Limpeza e proteção das fontes e reservatórios de água.
Condições adequadas de manuseio e transporte dos animais
Eliminação ou minimização de fatores estressantes
Quando da aquisição de novos exemplares que serão colocados nos tanques ou como reposição na criação, aplicar a prática da quarentena
Uso de um período como vazio sanitário também deve ser aplicado quando da despesca e retirada de lotes, com seu consequente procedimento de limpeza e, obrigatoriamente, quando da ocorrência de uma doença causada por fungos.


Doença da perna vermelha

Ranicultura

Baixe este material na íntegra em: http://dl.dropbox.com/u/10386986/Ranicultura.pdf

Dimorfismo Sexual 

Machos
Fêmeas
*      Papo (região gular) amarelado;
*      Membrana timpânica desenvolvida (diâmetro 2-3 vezes maior do que o globo ocular);
*      Calos nos polegares (mais acentuados na época do acasalamento);
*      Coloração mais vistosa e acentuada na época do acasalamento e reprodução;
*      Coaxados fortes para atrair as fêmeas (semelhantes a mugidos de bovinos).

*      Papo creme-esbranquiçado;
*      Região timpânica com diâmetro semelhante ao do globo ocular;
*      Polegares com espessura normal;
*      Não emitem sons a não ser em caso de serem predadas e apresentarem maior tamanho que os predadores.

domingo, 18 de setembro de 2011

Criação de Jacaré

Principais pontos da Matéria de criação de répteis ! Bons estudos!


Sistemas de manejo:
Para se iniciar uma produção  é necessário  um certificado de registro do criatório fornecido pelo Ibama e possuir as instalações adequadas.
Existem dois sistemas:
  • O ranching , na qual  os ovos são coletados na  natureza, com a autorização e acompanhamento do Ibama, sendo eclodidos posteriormente em incubadoras. Parte desses animais são destinados a natureza, os demais são enviados ao barracão de engorda até serem abatidos.
Este sistema só é funcional em regiões onde se torna possível a coleta  dos ovos no seu habitat natural.
  • O farming, os reprodutores são capturados na natureza, e destinados a um cativeiro para efetuarem a postura e se reproduzirem. Os ovos são incubados artificialmente.
No resto,  os dois sistemas se assemelham bastante.
Para a captura dos animais (farming) que farão parte do plantel, é fundamental se atentar ao tamanho dos reprodutores, as fêmeas devem medir 1,60 m de comprimento e os machos 1,80 m de comprimento.
“Farming”-criação em ciclo fechado. Esse modelo foi normatizado pela Portaria 130/1978/IBDF, permitindo a implantação de criadores de jacaré do Pantanal em várias regiões do País, a partir de machos e fêmeas retirados do Pantanal;
A propagação de criadores de C. yacare fora da área de distribuição natural da espécie fez com que o IBDF publicasse a Portaria 324/1987, determinando que esta espécie somente poderia ser criada ou manejada na sua bacia hidrográfica ou área de ocorrência natural.
“Ranching”-Portarias 126/1990 – deu o suporte legal à esse tipo de manejo, regulamentando a implantação de criadouros comerciais da espécie Caimanyacare – jacaré do Pantanal, na Bacia do Rio Paraguai.